Sula Ximenes, primeira mulher a comandar o Deracre nos seus 60 anos de existência, desempenhou diversas funções na autarquia. Antes de assumir a presidência, Sula foi diretora de Expansão e Planejamento, na qual articulou mais de 30 projetos com a bancada do Acre no Congresso, totalizando R$ 167 milhões.
Especialista em Gestão Pública, a feijoense Sula Ximenes é atualmente a presidente do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre) sendo a primeira mulher a comandar o órgão, no qual atua há mais de 10 anos, assumindo diversas funções. Por tudo isso, a gestora teve nesta terça-feira, 4, seu trabalho reconhecido pelos vereadores de Rio Branco. Sula recebeu moção de aplausos face à sua atuação diante da autarquia estadual.
O reconhecimento à atuação profissional de Sula Ximenes, que mereceu moção de aplauso, partiu do vereador Joaquim Florêncio (PDT). De acordo com ele, a moção tem um simbolismo muito grande: além da ascensão de Sula em cargos importantes na estrutura do órgão, a moção significa, também, a valorização das mulheres na administração pública do Acre. Em 60 anos de existência, é a primeira vez comandado por uma mulher.
Sula Ximenes afirma que é um contentamento pessoal e de agradecimento ao governador Gladson Cameli pela confiança e oportunidade de contribuir com o desenvolvimento do Estado. “ Receber a moção da Câmara de Vereadores de Rio Branco é uma grande alegria. Pessoalmente é muito gratificante, mas a moção possui um significado maior, o de trabalhar sempre mais pelo bem-estar da população do Acre”. Por isso, diz ela, “continuarei, como faço em toda minha vida profissional, trabalhando sempre por melhores condições de vida e bem-estar dos acreanos”.
Sula articulou projetos de infraestrutura com a bancada do Acre no Congresso
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Antes de ascender ao comando do Deracre, Sula Ximenes – que é natural do município de Feijó, às margens do Rio Envira – desempenhou diversas funções. Foi secretária de Ramais, chefe de gabinete da Presidência, diretora de Expansão e Planejamento, e, agora, presidente da autarquia.
Na condição de diretora de Expansão e Planejamento do Deracre, Sula atuou com a bancada do Acre no Congresso, na busca de recursos para investimento na infraestrutura do Estado. Articulou mais de 30 projetos que, juntos, totalizam R$ 167 milhões decorrentes de emendas parlamentares.
Dentre os projetos articulados por Sula se destacam a continuidade da construção da ponte do bairro Sibéria, em Xapuri, num montante de R$ 35 milhões; o viaduto do bairro Corrente (R$ 24 milhões); construção de 50 pontes de concreto em ramais (R$ 47 milhões); restauração do segundo trecho da rodovia AC-405, no valor de R$ 18 milhões, e a melhoria dos ramais do Acre (R$ 43 milhões).
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A primeira friagem de 2026 no Acre deve atingir a capital e os municípios neste domingo, 10, quando o tempo será de frio intenso, chuvas e ventos fortes, segundo previsão do pesquisador meteorológico Davi Friale.
O meteorologista aponta temperaturas abaixo de 13°C, com sensação térmica de 10°C. Durante a tarde, as temperaturas devem ficar abaixo de 18°C.
Rio Branco, Brasiléia e demais municípios do leste e do sul do estado serão os primeiros a serem atingidos pela onda de frio polar. Em seguida, há queda nas temperaturas em Sena Madureira, Feijó e em todo o vale do Juruá.
Friale alerta que a queda brusca e o choque da massa fria com a temperatura quente e úmida pode provocar chuvas fortes, com raios, e ventanias. Além disso, há possibilidade de uma pontual chuva de granizo.
As aulas presenciais da rede estadual de ensino do Acre permanecerão suspensas até o dia 12 de maio. A decisão foi anunciada pelo governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), após o ataque registrado em uma escola de Rio Branco nesta semana.
Com a mudança, o retorno das atividades presenciais nas unidades estaduais está previsto para a próxima quarta-feira, 13 de maio.
Segundo a SEE, a medida foi adotada devido à necessidade de acolhimento psicossocial da comunidade escolar e também para alinhamento de novos protocolos de segurança que passarão a ser adotados nas escolas da rede.
A partir da próxima segunda-feira, 11, será iniciado um cronograma de orientação e acolhimento voltado para professores, funcionários e colaboradores das unidades de ensino.
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De acordo com a secretaria, os encontros devem tratar dos novos fluxos de segurança e procedimentos internos que serão implantados após o episódio de violência extrema ocorrido nesta semana.
O secretário de Estado de Educação e Cultura, Reginaldo Prates, afirmou que a retomada das atividades presenciais está sendo planejada em conjunto com as escolas e órgãos parceiros.
“A prioridade neste momento é garantir que o retorno aconteça de forma organizada, segura e acolhedora. Estamos mobilizando toda a rede, em conjunto com os órgãos parceiros, para fortalecer os protocolos de proteção e, principalmente, apoiar emocionalmente nossa comunidade escolar”, declarou.
A SEE informou ainda que, na terça-feira (12), será realizado o acolhimento de pais, mães e responsáveis legais dos estudantes.
O encontro terá como objetivo apresentar os novos protocolos de segurança e os procedimentos organizacionais que deverão ser adotados nas escolas, incluindo medidas preventivas dentro dos limites legais.
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Já o retorno das aulas presenciais, marcado para quarta-feira, 13, deverá ocorrer com ações de acolhimento aos estudantes e atividades voltadas à promoção da cultura de paz e orientação sobre convivência e segurança escolar.
O município de Cruzeiro do Sul foi contemplado com R$ 1.020.546,69 em recursos do governo federal para ações emergenciais de defesa civil. O repasse foi autorizado nesta sexta-feira, 08, pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, com publicação no Diário Oficial da União.
Ao todo, o governo federal liberou R$ 12.078.529,28 para 15 municípios brasileiros afetados por desastres naturais. No Acre, o recurso será destinado exclusivamente a Cruzeiro do Sul para custear medidas de resposta e recuperação diante dos impactos causados por eventos adversos.
Segundo o MIDR, os repasses são definidos a partir de critérios técnicos, como a magnitude do desastre, o número de famílias desalojadas e desabrigadas e as necessidades apresentadas pelas prefeituras nos planos de trabalho enviados ao Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).
Os valores podem ser aplicados em ações emergenciais, como assistência humanitária, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de áreas atingidas.
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Para ter acesso aos recursos, os municípios precisam ter o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública. Após o envio do plano de trabalho, técnicos da Defesa Civil Nacional analisam as metas e os valores solicitados e, após aprovação, a liberação é formalizada por portaria publicada no DOU.
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