A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), em resposta aos desafios impostos pela seca e pelas queimadas que afetam o estado, promoveu na segunda-feira, 2, a entrega de insumos para o município do Jordão. No final do mês de agosto, outras entregas já tinham sido efetuadas para Porto Walter, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Dentre os itens, foram inclusos soro fisiológico, uma variedade de medicamentos, material médico hospitalar e equipamentos vitais para o tratamento de emergências relacionadas às condições climáticas extremas.
Essa ação é parte de um esforço contínuo do governo do Estado do Acre para mitigar os impactos das crises ambientais na saúde pública, visando reforçar a capacidade de resposta local e assegurar o atendimento essencial à população.
Além de materiais hospitalares, medicamentos e soros, também foi enviada aos municípios uma equipe médica para atendimento nas unidades de saúde. Foto: cedida
Com dados de fiscalização da qualidade do ar apresentando acréscimo na média diária, com marca acima dos níveis recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), são estudados os impactos na saúde pública na região, como as possíveis incidências de doenças respiratórias, desidratação e outras condições relacionadas ao clima adverso.
“Estamos cientes dos desafios que os nossos municípios estão enfrentando devido às condições climáticas extremas. A entrega desses suprimentos é um passo crucial para garantir que nossos profissionais de saúde tenham os recursos necessários para cuidar da população”, afirmou Pedro Pascoal, secretário de Saúde do Acre.
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O secretário de saúde, Pedro Pascoal, destacou que esse é mais um passo importante para o enfrentamento dessas circunstâncias. Foto: Izabelle Farias/Sesacre
Nesta terça-feira, 3, com o objetivo de atender às demandas dos munícipios, também foi enviada uma equipe médica para o serviço de atendimento nas unidades de Saúde.
De acordo com o diretor de Administração e Finanças da Sesacre, Guilherme Miguel, as unidades de Saúde seguem em monitoramento, em caso de possível aumento na busca de atendimento pela população. Foto: cedida
“Estamos monitorando todas as nossas unidades nesse período de seca, principalmente as isoladas por conta da logística, mas temos seguido nosso cronograma de abastecimento e mantido todo o serviço oferecido nas unidades”, reforçou o diretor de administração e finanças da Sesacre, Guilherme Miguel.
A Sesacre continua comprometida com o a melhoria das condições de saúde no estado, e a entrega de suprimentos é uma iniciativa para lidar com os desafios enfrentados, promovendo a recuperação e o bem-estar da população.
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A primeira friagem de 2026 no Acre deve atingir a capital e os municípios neste domingo, 10, quando o tempo será de frio intenso, chuvas e ventos fortes, segundo previsão do pesquisador meteorológico Davi Friale.
O meteorologista aponta temperaturas abaixo de 13°C, com sensação térmica de 10°C. Durante a tarde, as temperaturas devem ficar abaixo de 18°C.
Rio Branco, Brasiléia e demais municípios do leste e do sul do estado serão os primeiros a serem atingidos pela onda de frio polar. Em seguida, há queda nas temperaturas em Sena Madureira, Feijó e em todo o vale do Juruá.
Friale alerta que a queda brusca e o choque da massa fria com a temperatura quente e úmida pode provocar chuvas fortes, com raios, e ventanias. Além disso, há possibilidade de uma pontual chuva de granizo.
As aulas presenciais da rede estadual de ensino do Acre permanecerão suspensas até o dia 12 de maio. A decisão foi anunciada pelo governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), após o ataque registrado em uma escola de Rio Branco nesta semana.
Com a mudança, o retorno das atividades presenciais nas unidades estaduais está previsto para a próxima quarta-feira, 13 de maio.
Segundo a SEE, a medida foi adotada devido à necessidade de acolhimento psicossocial da comunidade escolar e também para alinhamento de novos protocolos de segurança que passarão a ser adotados nas escolas da rede.
A partir da próxima segunda-feira, 11, será iniciado um cronograma de orientação e acolhimento voltado para professores, funcionários e colaboradores das unidades de ensino.
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De acordo com a secretaria, os encontros devem tratar dos novos fluxos de segurança e procedimentos internos que serão implantados após o episódio de violência extrema ocorrido nesta semana.
O secretário de Estado de Educação e Cultura, Reginaldo Prates, afirmou que a retomada das atividades presenciais está sendo planejada em conjunto com as escolas e órgãos parceiros.
“A prioridade neste momento é garantir que o retorno aconteça de forma organizada, segura e acolhedora. Estamos mobilizando toda a rede, em conjunto com os órgãos parceiros, para fortalecer os protocolos de proteção e, principalmente, apoiar emocionalmente nossa comunidade escolar”, declarou.
A SEE informou ainda que, na terça-feira (12), será realizado o acolhimento de pais, mães e responsáveis legais dos estudantes.
O encontro terá como objetivo apresentar os novos protocolos de segurança e os procedimentos organizacionais que deverão ser adotados nas escolas, incluindo medidas preventivas dentro dos limites legais.
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Já o retorno das aulas presenciais, marcado para quarta-feira, 13, deverá ocorrer com ações de acolhimento aos estudantes e atividades voltadas à promoção da cultura de paz e orientação sobre convivência e segurança escolar.
O município de Cruzeiro do Sul foi contemplado com R$ 1.020.546,69 em recursos do governo federal para ações emergenciais de defesa civil. O repasse foi autorizado nesta sexta-feira, 08, pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, com publicação no Diário Oficial da União.
Ao todo, o governo federal liberou R$ 12.078.529,28 para 15 municípios brasileiros afetados por desastres naturais. No Acre, o recurso será destinado exclusivamente a Cruzeiro do Sul para custear medidas de resposta e recuperação diante dos impactos causados por eventos adversos.
Segundo o MIDR, os repasses são definidos a partir de critérios técnicos, como a magnitude do desastre, o número de famílias desalojadas e desabrigadas e as necessidades apresentadas pelas prefeituras nos planos de trabalho enviados ao Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).
Os valores podem ser aplicados em ações emergenciais, como assistência humanitária, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de áreas atingidas.
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Para ter acesso aos recursos, os municípios precisam ter o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública. Após o envio do plano de trabalho, técnicos da Defesa Civil Nacional analisam as metas e os valores solicitados e, após aprovação, a liberação é formalizada por portaria publicada no DOU.
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