Após a repercussão da denúncia envolvendo um suposto caso de agressão contra um professor mediador na Escola Municipal Maria Dione Bernardo Mota, na Vila São Pedro, em Rodrigues Alves, a defesa do coordenador de ensino citado no caso se manifestou oficialmente.
Por meio de nota enviada à imprensa, o advogado do coordenador, Francisco Alex de Oliveira (OAB/AC 6858), negou que tenha ocorrido qualquer tipo de agressão física ou ameaça, afirmando que a situação se tratou apenas de uma conversa de natureza profissional.
De acordo com a nota, a reunião entre o coordenador e o professor mediador teve como objetivo tratar de um assunto interno da escola. A defesa sustenta que a alegação de que o diálogo tenha evoluído para agressões ou ameaças “é inverídica”.
O documento também destaca que tal comportamento seria incompatível com a trajetória profissional do coordenador, que, segundo a defesa, é pautada pelo respeito e pelo diálogo no ambiente de trabalho.
Ainda conforme a nota, o coordenador lamenta que o episódio tenha sido divulgado publicamente sob uma versão que, segundo ele, não corresponde à totalidade dos fatos.
A defesa informou que o profissional está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e demonstrou confiança de que a apuração do caso irá esclarecer a verdade.
Caso segue em apuração
O caso veio à tona após o registro de um boletim de ocorrência por parte do professor mediador, que relatou ter sido vítima de agressões verbais e físicas dentro da unidade escolar.
A denúncia também foi levada ao Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), e segue em fase de apuração. Até o momento, não há conclusão oficial sobre os fatos, sendo importante destacar que existem versões divergentes apresentadas pelas partes envolvidas.
Nota da defesa (na íntegra)
NOTA À IMPRENSA
Em resposta à matéria jornalística veiculada em 11 de abril de 2026, o coordenador de ensino da Escola Municipal Maria Dione Bernardo Mota, por meio de sua representação legal, vem a público esclarecer o seguinte.
Houve uma conversa com o professor mediador de natureza profissional, na qual foi tratado sobre um assunto interno.
Dessa forma, a alegação de que tal conversa tenha evoluído para ameaças ou agressão física por parte do coordenador, é inverídica.
Tal conduta é incompatível com o perfil e a trajetória profissional do coordenador, pautados pelo respeito e pelo diálogo.
Assim, o coordenador lamenta que uma conversa sobre um assunto interno seja publicamente apresentada sob uma perspectiva que não condiz com a totalidade dos fatos.
Reafirmando seu compromisso com a verdade e com a comunidade escolar, ele se coloca à inteira disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos e confia que a apuração dos fatos restabelecerá a normalidade e a verdade.
Cruzeiro do Sul – Acre, 11 de abril de 2026.
Francisco Alex de Oliveira
Advogado – OAB/AC 6858
Deixe o Seu Comentário